Statement – Portugues

Declaração

Pinturas


“Nada é mais abstrato do que a realidade”

(Morandi)

Eu estou interessado em desconstrução da paisagem e a reconstrução de uma realidade nova, áspera e física da minha experiência pessoal. Este processo é minha contribuição para a tradição histórica da pintura de paisagem. É importante para mim de ser capaz de continuar essa tradição, porque eu acredito na potencia de compreender a nossa natureza humana através do investigação da nossa relação com o nosso ambiente. Eu faço isso por meio de pintura.

Por decompondo a natureza, para desconstruir nossa visão e reconstruir no tela eu crio uma nova oportunidade para o espectador para experiêncar a natureza. Firei minha maneira de ver, de uma forma que se adapte a nova realidade. Minha experiência de fazer da pintura é muito fisicamente, a velocidade e intensidade da criação de uma pintura é essencial, a direção e a contínua gravação e traduzindo a qualquer hora do dia. É uma busca para encontrar um meio termo entre a escultura com a tinta e camadas de tinta, entre a montagem e desmontagem de estruturas e padrões de dissolução que emergentes de resolver.

As “paisagens”, que se referem não a natureza, tal como existe, não fotos ou imagens, são auto-suficientes espaços expressivos, que existem apenas pelo ato físico de pintura.

A tradução das emoções pessoais, em combinação com a observação direta e intensiva, que vejo como uma renovação e a continuação da tradição holandesa em óleos.

 

Ingrid Simons
2017

 

 

Declaração

Obras Gráficas

 

Apesar de minhas pinturas terem prioridade, eu pinto também objetos de cerâmica  ( azulejos e vasos) e crio artes gráficos ( litografias , seriografias e toyobo).

Na obra gráfica a construção da imagem é um processo mais lento , que até a uma certa altura deve ser agendado, por exemplo em relação a fazer os filmes de preparação e ( tempo de espera) dos atos técnicos. Este processo é significativamente diferente do meu estilo e fisico de pintura, certamente um enriquecimento e alargamento do meu trabalho. Essa interação fortalece as duas facetas no meu trabalho. Atualmente estou trabalhando mais na técnica de serigrafia. Nesta técnica edito minhas fotos originais e traduzo isto em imagens esféricas e carregadas. Elas são desconstruídas fazendo vários filmes, um por cada passo de cor. Em seguida, construo estas imagens durante a impressão de múltiplas impressões novamente. Por imprimir com as tintas prata eu posso, com a forma diferente de pintar, jogar com a abstração. Do ponto de vista de mudança de curvas visualizadas uma forma em tinta prata de uma plasticidade até uma forma plana. Isto abre a imagem de sua interpretação e provoca alienação.

Como em uma pintura o espectador deve ser seduzido a entrar numa imagem e perder-se ao redor, e deve somente sentir a imagem.

Outra especialidade é a técnica da litografia, aonde eu experimento com as técnicas fotogr’sficas novas, nesta técnica eu edito imagens sobe o tijolo, bem como o típico giz de louça e pinturas   em o tusche em tamanho pequeno e grande. Ee impresso estas impressões, com as outras técnicas , no Grafisch Atelier Daglicht em Eindhoven, aonde eu trabalho como artista voluntário.

Eu também trabalho na técnica da “pedra perdida”, em que eu pinto ou desenho uma imagem completa, este que impresso em uma só cor, após isto removo partes do meu desenho na impressão e crio uma nova cor, ou pinto uma nova cor, tornanado-se um segunda impressão. Isto só pode ser impresso numa específica  impressora muito especial, para fazer esta técnica eu trabalho  em conjunto com dois mestres da litografia na “Nederlands Steendrukmuseum” e o “Druckwerkstatt BBK  em Berlim”.

A técnica de fotoplímero (toyobo) eu uso no meu trabalho para tradução das minhas fotos, que tem um valor autonômo forte.

Minhas obras gráficas afetam também minhas pinturas. Trabalhar com as técnicas gráficas e ao mesmo tempo pintando meus quadros ä óleo acrescenta para mim com certeza um valor maior de crescimento. Onde  há anos  existiam varios circuitos separados mostrando meu trabalho, agora quero mostrar as diversas disciplinas mais em contexto com as outras.

 

Ingrid Simons
2017

 

 

 

 

 

Declaração

Obras de cerâmica

Apesar de minhas pinturas teram prioridade, eu pinto tambem objetos de cerâmicas (azulejos e vasos) e crio artes gráficas (litografias, seriagrafias e toyobo prints).

 

A conexão entre a cerâmica e a pintura no meu trabalho é o ato físico com o qual se origina o meu trabalho. Trabalhar com a matéria, quebrando e construindo, é a mim conhecido da pintura.

Trabalhar com as formas de cerâmicas adiciona um segmento tridimensional no meu trabalho. Estou curiosa sobre essas acoĕs. A forma redonda do “vaso” afeta como você percebe a pintura e partes desaparecem da vista. O fluxo da tinta, que eu uso para fazer nas minhas pinturas, deve ser usado de forma diferente. A pastosa tinta de óleo usada nas minhas pinturas, tangível, traduzo recentemente em cerâmica em pintura com barro. O funcionamento do brilho do esmalte, permitindo que você altere a posição do espectador, uma mudança (às vezes parcialmente) imagens do pintado é um interessante fato novo. Como o fato de superexposição de luz na minha floresta pintada, trilhas desaparecem, e detalhes e formas abstratas aparecem. Isto também acontece aqui, mas agora eu pinto a trilha da floresta inteira e desaparece sob a influência do brilho do esmalte. Isto também se refere ao uso de tintas prata enquanto faço minhas serigrafias. Tudo isto afeta ao mesmo tempo o desenvolvemento da pintura.

Trabalhando nas técnicas acima mencionadas em combinação com minhas pinturas definitivamente meu trabalho teve um valor acrescentado.

Há uma diferença visual e substantiva entre meu trabalho  holandes e portugues em cerâmica.

Minha cerâmica holandesa é derramada. Os vasos em si projetado em moldes e também a tinta  e prè misturado na fábrica: tudo é mais apertado detalhado e sintonizado. Meu trabalho em cerâmica em Portugal também é feito à mão, mas os azulejos são laminados de tiras grossas de barro, e os vasos são submetidos pelo mestre em cerâmica moldando-se de um esboço da minha mão. A tinta é misturada e varia de acordo com a mistura.

Depois de muitos anos em vários circuitos separados onde eu estive mostrando estas obras. Agora, eu quero mostrar estas várias disciplinas mais em contexto com os outros, com ênfase em minhas pinturas. Nos últimos anos, eu comecei por exemplo a mostrar minhas obras ceramicas como objetos tridimensionais em combinação com as pinturas.

 

Ingrid Simons
2017

 

 

Declaração filmes  curtos

Em 2013, durante uma résidência em Portugal, comecei intuitivamente a fazer filmes muito curtos e crus (1 minuto/5 minutos), para colocar momentos parados da natureza em isoladmento. Estruturas abstratas, que parecem ser “parados”, mas que muitas vezes pelo vento mudam estruturas e ritmos e acabam voltando para as ressonancias abstratas. Eles vao contar sobre a transitoriedade, intemporalidade e a abstracao das formas realistas na natureza e a reformulacao disto, cada elemento em tempo parece uma outra pintura na natureza. Eles săo mostrados num ciclo infinito. 

Como o curto filme “Windflowers”, encomendados pela Fundação Sikkens para o “One Minute Foundation” (Amsterdam, 2013, série “Cor/Color”). Este “One Minute” é selecionado para várias apresentações, entre outras coisas: Power Station of Art-Shanghai, The One Minutes on tour, Shanghai (China), Córdoba International Film-Minute Festival (AR), Bonnefanten Museum, Maastricht (NL), deBuren, Brussels (BE), Dortmunder you (DE), Drents Museum Assen/CBK (NL), Museum de Fundatie, Zwolle (NL), Museum De Pont, Tilburg (NL), SCHUNCK *, Heerlen (NL).

Ingrid Simons
2017

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